29º dia – Cemitério do Templo Huang’en / jardim botânico / zoo de Chengdu

Hoje é quinta-feira, 7 de maio de 2026.
Vou conhecer outro tipo de cemitério, completamente diferente do de anteontem: vou conhecer o “lado estruturado” da reforma funerária chinesa, digamos assim. Chengdu é uma megacidade em crescimento, e o solo é caro, limitado e politicamente planificado. Ou seja, a morte passou a ser um problema de planeamento urbano, não apenas familiar. Há 9 anos atrás, em 2017, nas minhas crónicas de Yunnan e Pequim, eu falei na “política do filho único”, instaurada em 1979 pelo governo chinês para controlar o crescimento populacional (crónica 78). Nesta crónica aparece um dos belos túmulos rurais dispersos pelas encostas montanhosas. Hoje, em 2026, em Chengdu, vou abordar outro tema: a “reforma funerária chinesa”, igualmente elaborada em resposta à crise populacional da China — neste caso, a população de mortos, e não a de vivos.

À meia-noite tive que descer do meu quarto e vir colocar o durião na rua, nesta cadeira. Eu não estava a conseguir dormir com o seu odor fortíssimo. Conforme comentei na crónica anterior, o durião cheira muito mal, é como os queijos malcheirosos. Eu deixei-o fechado no guarda-fato, dentro de dois sacos plásticos, fechados também, e mesmo assim eu não estava a conseguir dormir com o seu odor.

Pequeno-almoço às 6h30. Estão a tornar-se uma festa, estes pequenos-almoços.

O primeiro destino de hoje é o Cemitério do Templo Huang’en. Também foi a Shi, da crónica 26, quem me deu a sua localização, a meu pedido. Linha 9 do metro, mudança para a linha 3, e depois 2,7 km de bicicleta até ao cemitério.
A seguir, naturalmente, visitarei o Jardim Botânico.
E depois, se houver tempo, visitarei o Jardim Zoológico de Chengdu. Ficam os três na mesma zona.

A minha bicicleta azul não autorizou que eu estacionasse aqui. Voltou a aparecer a mensagem de que é uma bicicleta exclusiva da ciclovia “Greenway”, pelo que tive de voltar para trás e ir estacionar na ciclovia, e encontrar outra para voltar aqui.

Paguei 6,30 yuans (0,76€) pelo metro. A viagem durou uma hora. Nestas crónicas eu ainda não referi o preço do metro em Lisboa: neste momento um bilhete custa 1,72€ (14,33 yuans), mesmo que eu faça apenas uma estação de metro em cinco minutos. O bilhete é válido durante uma hora, mas o metro é pequeno, nunca é necessária uma hora.

O diretor do cemitério veio ter comigo (um senhor que eu devia ter fotografado, mas até fiquei intimidada com o seu fato e gravata) e trocámos umas breves palavras usando os tradutores dos nossos telemóveis. Eu expliquei-lhe que visito cemitérios por todo o mundo. Ele disse-me para eu estacionar a bicicleta ali naquele canto. A bicicleta não me deixou encerrar a sua utilização e apareceu uma mensagem a dizer que vou ser multada porque estou fora dos limites urbanos. Ai que estas bicicletas azuis são refilonas, nunca estão bem. Portanto alguém pode montar a bicicleta e ir-se embora, que sou eu quem está a pagá-la.
O diretor do cemitério ainda fez intenção de me acompanhar e explicar-me algumas coisas, mas eu preferi seguir sozinha.

Este tipo de sepultura chinesa chama-se “túmulo-cadeira” e é entendida como um assento para o espírito do antepassado, num lugar digno e confortável. Nesta cadeira o antepassado permanece sentado e continua a receber as homenagens dos descendentes.

Dois apartamentos vazios, à espera dos novos inquilinos.

Anualmente, na primeira semana de abril, celebra-se o Festival de Qingming, conhecido como Dia da Limpeza dos Túmulos. As famílias deslocam-se aos túmulos dos seus antepassados para limpar as campas; oferecer comida, incenso, flores e bebidas; e queimar papel votivo (dinheiro simbólico, objetos, casas em papel, etc.). O Qingming celebra desta forma o culto dos antepassados, ou seja, os mortos continuam a fazer parte da estrutura familiar; celebra também a piedade filial – visitar os túmulos é uma obrigação moral e social; e celebra ainda a continuidade da linhagem: reforça a ideia de que a família não termina com a morte. Por outro lado, o festival tem uma dimensão mais ampla: para além da componente funerária, o Qingming é também um momento de primavera associado a passeios ao ar livre; voo de papagaios de papel; atividades agrícolas tradicionais.¹ É, por isso, um festival de memória e luto, mas também de renovação e vida.
Tem uma filosofia diferente da do Dia de Todos os Santos, na Europa, celebrado em novembro: o Qingming está ligado ao culto dos antepassados, ao confucionismo (no confucionismo, a piedade filial é o primeiro dever moral do indivíduo) e a uma continuidade familiar entre vivos e mortos. É uma memória pessoal ou familiar, espontânea, privada, sem estrutura religiosa obrigatória; ao passo que o Dia de Todos os Santos é uma memória litúrgica, ou seja, institucional, religiosa, ritualizada, integrada no calendário oficial da Igreja.

Se antigamente a morte estava espalhada pela paisagem (túmulos familiares, encostas, aldeias), agora está concentrada em infraestruturas públicas planeadas, como esta.
A “reforma funerária chinesa” tem uma história longa e faseada. A sua origem situa-se nas décadas de 1950–1970, altura em que o Estado chinês começou a promover a cremação como forma de modernização socialista dos costumes, e como forma de controlo do uso do solo e combate a práticas “feudais” (incluindo enterros tradicionais).
Nas décadas de 1980–1990 desenvolve-se um programa nacional mais estruturado, ou seja, a cremação passa a ser uma política oficial incentivada de forma sistemática, e o Estado começa a criar regulamentos nacionais de gestão funerária; a construir crematórios e columbários urbanos; e a restringir gradualmente enterros em zonas urbanas e agrícolas férteis.
A partir dos anos 2000 até ao presente, houve um endurecimento destas políticas. Cito um estudo do sinólogo Thomas Mullaney, da Universidade Stanford:

“As autoridades estatais e partidárias, em conjunto com as construtoras, aventuraram-se a redesenhar o mapa da paisagem funerária chinesa: racionalizar a distribuição espacial dos restos mortais, reduzir o sepultamento em terra e promover a cremação, tudo numa tentativa de superar o que tem sido referido como “conflitos entre os vivos e os mortos pelos recursos fundiários”. (…) a maior e mais controversa remoção de sepulturas na China contemporânea ocorreu em 2012 na província de Henan, na área metropolitana da cidade de Zhoukou. Em menos de nove meses, 2,5 milhões de cadáveres foram exumados e realocados como parte da campanha “cavando sepulturas para terras agrícolas” (…) Autoridades municipais e partidárias estimaram que a área metropolitana de Zhoukou abrangia um total de 3,5 milhões de sepulturas, ocupando coletivamente cinquenta mil mu de terra, ou aproximadamente treze milhas quadradas (33 km²). Para facilitar a realocação, a cidade pagaria o custo da cremação a um valor de seiscentos RMB por sepultura e supervisionaria a construção de 3.130 cemitérios “ecologicamente corretos”. Tudo isso seria projetado para superar o que era cada vez mais chamado de “conflitos entre os vivos e os mortos por recursos fundiários”. (…)
As vozes críticas intensificaram-se quando veio à tona como essas terras recém-“livres de sepulturas” estavam a ser utilizadas. Em vez de recuperar terras para produção agrícola, como anunciado no slogan “cavando sepulturas para terras agrícolas”, o governo de Shangshui teria solicitado às autoridades provinciais permissão para destinar uma parte da terra recuperada à expansão do distrito industrial do condado — um empreendimento lucrativo que sugeria uma motivação de busca por lucro por trás da iniciativa. (…)”²

Ao fundo vê-se a torre de bambu, que visitei na crónica 8, no Centro de Investigação e Reprodução do Panda-Gigante de Chengdu. Eu estive no topo daquela torre, tirei várias fotos, e nem dei conta da existência deste cemitério, tão bem integrado está no meio da vegetação.

Eis o nosso destino – escancarado à nossa espera.

Na China moderna e na diáspora chinesa, o Festival de Qingming e a respetiva limpeza de túmulos tem vindo a perder importância à medida que a maioria dos cidadãos é cremada e enterrada em grandes cemitérios com pequenos túmulos próximos uns dos outros. Além disso, as migrações em massa das áreas rurais para as urbanas, nas últimas décadas, fizeram com que muitas pessoas ficassem muito distantes dos seus túmulos ancestrais e precisassem de viajar para realizar o ritual. Com o desenvolvimento tecnológico, começaram a ser criados websites memoriais onde os falecidos têm páginas dedicadas a eles, e os descendentes podem acessar de qualquer lugar do mundo para prestar as suas homenagens e fazer orações.¹
Adicionalmente, a população da China em 2026 é estimada em 1.4 biliões de pessoas. Leio o seguinte no portal de notícias da agência estatal chinesa “Xinhua News Agency”:
“As práticas funerárias tradicionais tornaram-se insustentáveis ​​devido ao consumo de terra”, disse Wang Yi, professor associado da Universidade de Tianjin, acrescentando que a mudança nos rituais de Qingming reflete a crescente consciência ecológica do público. “Os sepultamentos no mar e em árvores, com os seus projetos que não exigem terra, oferecem alternativas sustentáveis ​​que reduzem a pressão sobre os recursos limitados da terra.” (…) Em 2016, o Ministério de Assuntos Civis da China e outros oito departamentos emitiram conjuntamente diretrizes que promovem o sepultamento ecológico com economia de espaço, incentivando a destinação sustentável das cinzas por meio de sepultamentos no mar ou em árvores, ou armazenamento em urnas. (…) Diversas regiões agora oferecem subsídios (…) para sepultamento no mar”³

Na próxima crónica continuarei a falar deste tema: as soluções ecológicas para sepultamento.

Fotografei esta lápide por causa da pena que está ali colada. Eu toquei-lhe levemente, para a a fazer cair, mas percebi que está bem colada, e propositadamente. O que significará? Será que este casal teve um pássaro do qual gostava muito?

Antes de ir-me embora, despedi-me do diretor deste cemitério e felicitei-o por estar tudo tão bonito e organizado. No entanto considero este cemitério muito austero. Não há assentos para os visitantes se sentarem, entre os túmulos. Não é suposto ninguém sentar-se nas cadeiras-túmulo, essas pertencem ao falecido. Ou se leva um banquinho portátil, ou tem que se estar em pé. A minha grande referência continua a ser, entre os que conheci, os cemitérios do norte da Europa: Áustria e Dinamarca. Aqui existem bancos de jardim para as pessoas se sentarem e lerem um livro, no meio dos túmulos; e também andam de bicicleta lá dentro. Eu própria andei de bicicleta lá dentro. Há uma certa naturalidade no encarar da morte, sem as superstições típicas do sul da Europa, como em Portugal, onde é um sacrilégio falar de morte e de cemitérios, “Cruz credo. Morte?, isso só acontece aos outros.”

Comentei com o diretor deste cemitério que não vi nenhum túmulo de crianças. Ele respondeu-me que a pessoa mais nova neste cemitério tem 10 anos, e que raramente morrem crianças na China. Eu só não soltei uma gargalhada porque o tema é macabro, e por uma questão de respeito por si próprio. Não há mortalidade infantil na China, imagine-se. Eu respondi-lhe que há mortalidade infantil em todo o mundo, nos ricos países da União Europeia também. Infelizmente faz parte da vida. Mas este secretismo só despoletou ainda mais a minha curiosidade. Mas o que é que se passa? O que é que os chineses fazem às crianças mortas? Então perguntei ao DeepSeek, a app chinesa de inteligência artificial. E esta respondeu-me o seguinte:

“Você fez uma observação muito atenta. É verdade que, na China, o sepultamento de crianças é especial. Embora não haja nenhuma lei que proíba, na prática, a grande maioria das crianças não é enterrada nas mesmas áreas que os adultos. Os principais motivos envolvem tradição cultural, necessidades emocionais e políticas reais. Na cultura tradicional chinesa, é considerado azar e uma violação da ordem natural que os pais enterrem os filhos. Há uma hierarquia familiar: os mais velhos não devem prestar homenagem aos mais novos. Crianças que morrem antes de se casar são vistas como não tendo “completado um ciclo de vida”, não tendo direito a um funeral formal.
Por outro lado, evitam-se “túmulos solitários”: os pais temem que a criança se sinta assustada sozinha e também consideram inadequado que ela “sirva” os mais velhos no além. Há uma consideração muito terna por trás disso: a criança deve encontrar “amiguinhos”, ou seja, muitos pais acreditam que a criança deve ficar com outras crianças, e temem que ela se sinta sozinha num cemitério de adultos. Ter áreas infantis separadas, que muitas vezes são decoradas como parquinhos (com brinquedos, cataventos), cria um ambiente mais acolhedor e ajuda no luto dos pais que perderam um filho.
Onde são enterradas as crianças?
Não existe um “cemitério infantil” nacional unificado, mas há duas formas principais:
1) Áreas infantis dentro de cemitérios comuns (o mais comum)
Muitos grandes cemitérios (como o de Babaoshan, em Pequim) possuem áreas exclusivas para crianças. Geralmente, usam sepulturas ecológicas, murais ou pequenos túmulos, e o espaço é decorado como um pequeno parque (com carrosséis, moinhos de vento), para que as crianças possam estar umas com as outras.
2) Sepultamentos ecológicos coletivos (em algumas cidades)
Para bebés natimortos ou órfãos falecidos em hospitais, hospícios ou orfanatos, em algumas cidades há a opção de sepultamento em jardins comunitários, valas com flores ou cremação com dispersão de cinzas no mar, sem deixar lápide.
Como encontrar:
É muito difícil encontrar para visitar sem informação. A melhor forma é perguntar diretamente aos cemitérios legais da sua região se eles possuem uma área infantil.
– Vagas limitadas: Essas áreas especiais costumam ter poucas vagas e podem dar prioridade a pais que não podem mais ter filhos.
Em resumo: não é uma lei, mas um costume. Acredita-se que as crianças devem descansar num “parquinho” com outros amiguinhos, e não num cemitério de adultos, por questões de tradição, conforto emocional e até mesmo superstições.
(Fim de citação)

Eu estive no Cemitério Revolucionário de Babaoshan, em Pequim, há 9 anos atrás, em 2017, e havia tudo menos uma área infantil. Podem ser vistas fotos aqui. Este cemitério é para dirigentes, heróis revolucionários, mártires e personalidades de relevo, nem faria sentido estarem crianças aqui sepultadas. Haverá outro grande cemitério em Babaoshan? Ou será mais um disparate da IA?

São 11h13 e agora vou para o Jardim Botânico. Cheguei ao cemitério às 10h05, ainda passei 1h08 lá dentro. A aplicação Amap põe-me dois caminhos à escolha, e o mais curto diz que tem uma inclinação íngreme. Claro que fujo a sete pés das inclinações íngremes, e escolho o maior, que diz “evitar cemitérios”, imagine-se.

São 11h50 e cheguei ao Jardim Botânico. Esta é outra bicicleta que eu requisitei junto ao metro. Deixei a minha lá – finalmente parei de pagá-la, e requisitei esta. Paguei uma multa de 20 yuans (2,40€) por ter saído do perímetro urbano.

Esta é a mensagem que me aparece na app da Hello Bike – a tradução automática do chinês para o português é terrível, mas dá para perceber o esquema: indica que se eu fizer agora quatro viagens normais, sem infringir regras nenhumas, me reembolsam os 20 yuans. Ora eu requisitei uma nova bicicleta na estação do metro para vir até aqui (foram apenas 500 metros), mas a primeira viagem já está feita então. Tenho 14 dias para fazer mais três viagens normais. Acho que vou fazê-las já todas hoje.

O bilhete custa 10 yuans (1,20€).

Este altifalante tem uma pen agregada, e está sempre a repetir a mesma mensagem em som ranhoso, sem qualquer pausa. Talvez que é proibido ir para ali. Tornou-se insuportável, nesta tranquilidade do parque, estar a ouvir isto em altos berros, pelo que eu experimentei clicar num dos vários botões, e acertei logo: desliguei-o. Durante o tempo em que permaneci nesta área, caminhámos finalmente todos em silêncio. Este é um hábito que os chineses têm e que eu ainda não tinha comentado nestas crónicas, mas até na ciclovia “Greenway” existem estes altifalantes que não param um segundo de gritar. Não há uma pausa. Torna-se insuportável. Uma das coisas muito boas que existem no metro de Chengdu, é precisamente a proibição de barulho. Os chineses não podem aqui ouvir os telemóveis com som alto, por exemplo – algo tão comum na China. Senão seria insuportável dentro do metro também. E repare-se que não usam auriculares no metro. Parece que passam bem sem música ou palavras ouvidas, no que quer que estejam a ver.

São 13h35 e faço outros 500 metros de bicicleta para chegar ao metro. Próximo destino: zoo. São sete quilómetros de bicicleta, em linha reta, pela estrada principal, ou então três estações de metro. A estrada principal é muito agreste e barulhenta, escolhi o metro. Continua a fazer-me muita falta a aplicação “Maps.me” para me indicar vias secundárias e mais tranquilas, fora das estradas principais.

O bilhete para entrar no zoo custa 20 yuans (2,40€).
É importante deixar claro qual o meu intuito ao visitar este ou qualquer outro zoo: eu venho ver em que condições são mantidos os animais. Eu visito os zoos de todos os países por onde passo – também visitei o zoo de Pequim – para verificar isto. O zoo de Pequim pode ser visto na crónica 124 dessa viagem.
Antes eu tinha prazer em ir ao jardim zoológico, quando era criança, até há alguns anos atrás, mas depois comecei a tomar consciência das coisas. A humanidade evolui, a nossa educação evolui, e o que antes era bom, hoje já não é. Como poderão reparar, irei fotografar todos os animais por igual: racionais e irracionais.

Este zoo está mais vocacionado para os humanos: tem muitos espaços para as pessoas se sentarem, e à sombra. Os espaços dos animais são pequenos e desolados, sem vegetação. E canos de esgoto para eles se entreterem, não calha nada bem.
Alguma vez este fenómeno dos zoos terá que acabar, no mundo. Na China, em Portugal e no mundo. Manter os animais presos uma vida inteira, para gáudio dos humanos, é absurdo, quando qualquer museu de história natural, com os animais empalhados, faz o mesmo sucesso entre crianças e adultos. Já para não falar de estátuas em tamanho natural, como as que veremos nestas imagens. Alguma vez a barbárie humana terá que terminar.

São agora 17h22. E assim completei as quatro viagens “regulares” e reembolsaram-me os 20 yuans. Fui perdoada!


¹ “Qingming Festival” (s.d.). Encyclopaedia Britannica. Página consultada a 21 de junho de 2026.
https://www.britannica.com/topic/Qingming-Festival

² Mullaney, T. (2019) “No Room for the Dead – On Grave Relocation in Contemporary China”. The Chinese Death Scape, Stanford University Press. Página consultada a 21 de junho de 2026.
https://chinesedeathscape.supdigital.org/

³ Huaxia (4 maio 2025) “Xinhua Headlines: China reinvents ancestral veneration with green, modern goodbyes”. Xinhuanet – Xinhua News Agency. Página consultada a 21 de junho de 2026.
https://english.news.cn/20250405/4f3191d56609486db6ff75ea9d000f7b/c.html

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